Quantos agachamentos vocês conseguem fazer com os pés encostados na parede, sem cair no chão e sem encostar nenhuma parte do corpo na parede???
Fica o desafio!!!
quarta-feira, 8 de maio de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
CONSULTORIA
BEM VINDOS AO MEU MAIS NOVO PROJETO!
O projeto é voltado para
programas de prescrição, avaliação, orientação e acompanhamento de toda uma
prática sistematizada de exercícios físicos, visando os mais variados objetivos
inseridos no contexto da saúde, qualidade de vida e desempenho esportivo.
1° Passo: Avaliação
2° Passo: Definir dias de
Treinos e horários;
3° Passo: Divisão de
Treino
4° Passo: Periodização
LOCAIS DE ATENDIMENTO:
O atendimento pode ser
on-line ou em local da preferência do aluno, como academias, clubes,
condomínios, empresas, hotéis, parques e residências.
CONTATOS:
CONTATOS:
Prof.
Márcio Mutuca
Professor de Educação Física - CREF - 031942 G/RJ
Professor de Educação Física - CREF - 031942 G/RJ
domingo, 14 de abril de 2013
OSTEOARTRITE
Na osteoartrite, as
alterações degenerativas iniciais consistem nas erosões superficiais da
cartilagem. A resposta é a hiperplasia e hipertrofia dos condrócitos.
A lesão cartilaginosa pode
ser reparada por condrócitos, porém não é possível retornar a fissura da
cartilagem hialina.
A remodelação óssea ocorre
no osso subcondral e são desenvolvidas esporas hipertróficas nas margens da
articulação (osteófitos).
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O ESQUELETO
O esqueleto apendicular
associa-se ao esqueleto axial para dar sustentação e movimento aos membros.
A clavícula e a escápula
formam a cintura escapular e através da articulação escápulo-umeral tem
continuidade os ossos dos membros superiores.
Os ossos do quadril e o
sacro formam a cintura pélvica. Esta possui uma base circular estável que
suporta o tronco e que une os membros inferiores.
O esqueleto do homem e da
mulher possui notáveis diferenças. O tamanho e o peso são maiores no esqueleto
masculino. A pelve é a estrutura que mostra as maiores diferenças quanto à
forma, dadas pela adaptação da pelve feminina à função reprodutora.
O esqueleto do adulto é
formado por 206 ossos independentes e divide-se em duas partes principais, o
esqueleto axial e o esqueleto apendicular.
O esqueleto axial é formado
por 80 ossos, enquanto o apendicular consta de 126 ossos que se organizam como
apêndices do esqueleto axial.
Os ossos da cintura
escapular e pélvica e os das porções livres dos membros superiores e inferiores
fazem parte do esqueleto apendicular.
O esqueleto axial, por sua
vez, compreende todos os ossos do crânio, da coluna vertebral, o esterno.
Siga minha página no
facebook Marciopersonalmutuca !!
domingo, 31 de março de 2013
A FORMA FÍSICA PROLONGA A VIDA?
Diversos
estudos demonstram até agora que as pessoas que mantém seus corpo em forma,
utilizando meios legais de se exercitar e controlar o peso, tem o beneficio adicional
de prolongar a vida. Especialmente entre as idades de 50 a 70 anos, os estudos
demonstram que a mortalidade era 3 vezes menor nas pessoas que estavam mais em
forma.
Mas
por que um corpo em forma prolonga a vida?
As
razões a seguir são as mais evidentes:
1
- Deixar o corpo em forma e controlar o peso reduz bastante as doenças
coronárias. Isso resulta de manutenção de uma pressão sanguínea moderadamente
baixa e redução de colesterol total e das lipoproteínas de baixa densidade, assim
como o aumento das lipoproteínas de alta densidade. Essas mudanças todas trabalham
juntas para reduzir o número de ataques cardíacos e acidentes vasculares
cerebrais.
2
- A pessoa que está em forma tem mais reservas corporais para serem utilizadas
quando ficar doente. Por exemplo, um homem de 80 anos de idade fora de forma
pode ter um sistema respiratório que limita a liberação de oxigênio para os
tecidos, de forma que a sua reserva respiratória é duas vezes menor do que a
reserva de uma pessoa que se exercita. Isso é especialmente importante para a
preservação da vida quando pessoas mais velhas desenvolvem alguma condição
como, por exemplo, pneumonia, que pode rapidamente requisitar toda a reserva
respiratória disponível. Além disso, a capacidade de aumentar o débito cardíaco
quando se precisa (reserva cardíaca) é frequentemente 50% maior nos idosos que
estão em forma.
Referência: Tratado de Fisiologia Médica - Edição 11 (autores: Guyton & Hall)
segunda-feira, 25 de março de 2013
REEDUCAÇÃO PROPRIOCEPTIVA NA LESÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR
A articulação do joelho é a maior e a mais complexa das articulações
sinoviais do corpo. Nela está inserido o ligamento cruzado anterior, o qual possui
uma extensa rede neural aferente, que provém da base anatômica para a propriocepção.
Os neuroreceptores, localizados no joelho, especialmente nesse ligamento, são as principais estruturas que enviam ao Sistema Nervoso Central informações acerca da posição, movimento, além do estresse articular.
A reabilitação deve considerar de forma significativa a propriocepção, pois se refere à sensibilidade ao tato, que engloba a sensação do movimento articular e de posição articular.
A reeducação proprioceptiva deve ser enfatizada no tratamento fisioterapêutico buscando aumentar a qualidade e velocidade das respostas do aparelho neuromuscular, estimulando sua sensibilidade e reação com respostas rápidas e precisas.
Portanto, é muito importante o treinamento proprioceptivo na lesão do ligamento cruzado anterior do joelho.
Para maiores informações sobre o assunto, acesse Faculdade do Futuro.
Os neuroreceptores, localizados no joelho, especialmente nesse ligamento, são as principais estruturas que enviam ao Sistema Nervoso Central informações acerca da posição, movimento, além do estresse articular.
A reabilitação deve considerar de forma significativa a propriocepção, pois se refere à sensibilidade ao tato, que engloba a sensação do movimento articular e de posição articular.
A reeducação proprioceptiva deve ser enfatizada no tratamento fisioterapêutico buscando aumentar a qualidade e velocidade das respostas do aparelho neuromuscular, estimulando sua sensibilidade e reação com respostas rápidas e precisas.
Portanto, é muito importante o treinamento proprioceptivo na lesão do ligamento cruzado anterior do joelho.
quarta-feira, 20 de março de 2013
MITOS E DICAS DE SAÚDE
MITO 1) Quanto mais abdominais eu fizer, mais minha barriga vai ficar sarada?
Fazer exercícios abdominais irá fortalecer estes músculos, mas não irá queimar a gordura necessária para te dar um "tanquinho". Se você quiser que isso aconteça você precisa de uma dieta!
MITO 2) Faz parte da minha dieta refrigerantes ZERO. É verdade que eles não são tão prejudiciais?
De acordo com um recente estudo da Universidade do Texas, tomar uma ou mais latinhas deste refrigerante por dia, pode acelerar o aumento do tamanho de sua cintura em até 500%. Os adoçantes artificiais enganam o seu metabolismo. Seu corpo acha que está ingerindo açúcar, sendo assim você deseja mais comida.
MITO 3) Quando eu malho estou transformando gordura em músculo?
Você não pode converter gordura em músculo. Na verdade, quando você malha, você deve focar ou em perder gordura ou em ganhar músculo. Para ganhar músculo você deve comer mais calorias do que queimar e para perder gordura, deve queimar mais calorias do que consome.
MITO 4) Exercícios aeróbicos são mais importantes do que exercícios com peso quando o objetivo é a perda de gordura?
Você com certeza irá queimar calorias quando fizer exercícios aeróbicos, mas se seu objetivo é perder peso, você deve focar no ganho de músculo. Seu corpo gasta muito mais calorias para manter um músculo, Ou seja, quanto mais músculos você desenvolve, mais calorias seu corpo queima, quanto menos músculos você tem, mais baixo é seu matabolismo. Um bom programa para perda de peso deve seguir a sequência: ingestão calórica/treinamento de peso/exercícios aeróbicos!
Quem gostou do post, acessa a página abaixo e dá uma curtida!!!
Rio Cross Fitness
Fazer exercícios abdominais irá fortalecer estes músculos, mas não irá queimar a gordura necessária para te dar um "tanquinho". Se você quiser que isso aconteça você precisa de uma dieta!
MITO 2) Faz parte da minha dieta refrigerantes ZERO. É verdade que eles não são tão prejudiciais?
De acordo com um recente estudo da Universidade do Texas, tomar uma ou mais latinhas deste refrigerante por dia, pode acelerar o aumento do tamanho de sua cintura em até 500%. Os adoçantes artificiais enganam o seu metabolismo. Seu corpo acha que está ingerindo açúcar, sendo assim você deseja mais comida.
MITO 3) Quando eu malho estou transformando gordura em músculo?
Você não pode converter gordura em músculo. Na verdade, quando você malha, você deve focar ou em perder gordura ou em ganhar músculo. Para ganhar músculo você deve comer mais calorias do que queimar e para perder gordura, deve queimar mais calorias do que consome.
MITO 4) Exercícios aeróbicos são mais importantes do que exercícios com peso quando o objetivo é a perda de gordura?
Você com certeza irá queimar calorias quando fizer exercícios aeróbicos, mas se seu objetivo é perder peso, você deve focar no ganho de músculo. Seu corpo gasta muito mais calorias para manter um músculo, Ou seja, quanto mais músculos você desenvolve, mais calorias seu corpo queima, quanto menos músculos você tem, mais baixo é seu matabolismo. Um bom programa para perda de peso deve seguir a sequência: ingestão calórica/treinamento de peso/exercícios aeróbicos!
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Rio Cross Fitness
quarta-feira, 13 de março de 2013
ALONGAMENTO
Com certeza um dos temas mais controversos
hoje em dia na fisiologia do exercício é a prescrição do alongamento antes e/ou
após um protocolo de exercícios de musculação, existindo uma grande dúvida
sobre o real benefício e até mesmo algum risco que o alongamento pode trazer
quando feito junto a um treino de musculação.
Uma pergunta frequente feita sobre esse
tema é: Posso alongar antes e/ou após a musculação? Porém talvez a pergunta
correta a ser feita seria outra: Por que alongar antes e/ou após a musculação?
Antes de praticar alguma atividade física é
recomendado aquecer, principalmente em protocolos de exercícios de força. O
aquecimento altera a viscosidade dos tecidos, diminui a resistência passiva de
músculos e articulações, aumentando a disponibilidade de O2, entre outros
efeitos. Este aquecimento pode ser na própria maquina (com cargas leves),
alguma atividade aeróbia (intensidade leve) ou algum alongamento (seja ele
especifico para o músculo trabalhado no dia ou geral), ou seja, existem
três diferentes protocolos de aquecimento (alongamento, aeróbio e aquecimento
especifico na própria máquina) antes de um teste de Repetição Máxima.
Artigos comprovam que o aquecimento especifico foi o
protocolo que possibilitou a maior mobilização de carga no experimento.
Contudo, alguns estudos indicam que alongar antes de treinar musculação pode
prejudicar o desempenho do individuo na produção de força.
Além disso muitos atletas e praticantes
recreacionais de musculação alongam antes de treinar no intuito de evitar
lesões, porém os estudos são muito controversos. Alguns autores citam que o
alongamento não previne lesões, enquanto outros autores citam que o alongamento
pode prevenir lesões.
Alguns indivíduos alongam-se também após o
término da sessão de musculação. Entretanto, deve-se calcular bem a intensidade
desse alongamento. Durante uma sessão de musculação acontecem alterações
internas no organismo do praticante, sendo estas relacionadas com a ruptura da
homeostasia da célula muscular, em decorrência de microlesões. Já o alongamento
muscular pode acarretar alterações nas fibras musculares, ou seja, um
alongamento de alta intensidade pode acarretar um aumento nessas microlesões
provocadas com o treinamento, existindo a possibilidade até mesmo de uma lesão
muscular.
Enfim, não existe um consenso de que o
alongamento evite uma possível lesão muscular, além de que o alongamento ainda
pode ser prejudicial ao desempenho no treino de musculação (dependendo da
intensidade). Se for feito o alongamento associado à musculação, deve-se
prestar a atenção quanto à intensidade desse alongamento, ou seja, alongar em
uma intensidade leve a moderada.
Portanto, o alongamento com finalidade de
aumento da flexibilidade é indicado principalmente para a manutenção da
qualidade de vida, porém esse alongamento não necessita ser feito durante o
treinamento de musculação, caso haja a disponibilidade de um outro horário para
ser feito esse alongamento.
quarta-feira, 6 de março de 2013
RESPIRAÇÃO X MELHOR DESEMPENHO NOS TREINOS
Quando falamos nos treinos de musculação,
nos preocupamos com a carga ideal, o número de séries e de repetições, com o
volume, com a intensidade, com a alimentação, as proteínas e os suplementos e
até mesmo com o descanso. Porém, raramente nos preocupamos com a respiração.
Esse é um item muito importante e que tem reflexos diretos nos resultados dos treinos, pois a respiração correta pode melhorar muito o aproveitamento dos treinos, assim como a respiração errada pode ocasionar tonturas e até desmaios durante os exercícios, especialmente os de força.
Existem basicamente 4 tipos de respiração diferentes. Além da respiração livre, são elas a respiração ativa, a respiração passiva e a respiração semi-bloqueada e bloqueada. Cada um delas tem suas vantagens e desvantagens e você deve saber empregar cada uma delas a favor do seu melhor desempenho nos treinos, para isso você deve conhecê-las melhor. Confira conosco.
A respiração livre é a respiração natural, quando inspiramos e expiramos normalmente, mesmo que de forma mais ofegante durante os treinos, porém ela acontece geralmente quando não há uma maior preocupação ou tensão durante o movimento.
A respiração ativa é aquela em que o atleta inspira quando começa a fazer força, ou seja, na fase concêntrica e expira durante a finalização, na fase excêntrica. Esta é a menos utilizada pois não permite a contração eficiente da musculatura abdominal devido a inspiração, diminuindo a eficiência e a segurança dos movimentos.
A respiração passiva é o inverso da respiração ativa e a mais indicada na pratica de musculação. Nesse caso o atleta expira na fase concêntrica e inspira na finalização. Ou seja, a inspiração ocorre simultaneamente com a fase concêntrica do movimento, aumentando a pressão intra-abdominal e a segurança e eficiência dos exercícios e não acarreta grandes elevações na pressão arterial.
Já a respiração semi-bloqueada e bloqueada, também chamadas de apnéica, é quando não há a respiração durante o movimento, ou parte do movimento, ou seja, o atleta segura a sua respiração pra ganhar mais impulso. Esse tipo de respiração, ou bloqueio de respiração é conhecido como manobra de Vassalva e é utilizado especialmente em treinos de força, porém ambas as técnicas apresentam um alto índice de elevação da pressão arterial, e só devem ser utilizadas por atletas experientes e com bom condicionamento físico.
Esse é um item muito importante e que tem reflexos diretos nos resultados dos treinos, pois a respiração correta pode melhorar muito o aproveitamento dos treinos, assim como a respiração errada pode ocasionar tonturas e até desmaios durante os exercícios, especialmente os de força.
Existem basicamente 4 tipos de respiração diferentes. Além da respiração livre, são elas a respiração ativa, a respiração passiva e a respiração semi-bloqueada e bloqueada. Cada um delas tem suas vantagens e desvantagens e você deve saber empregar cada uma delas a favor do seu melhor desempenho nos treinos, para isso você deve conhecê-las melhor. Confira conosco.
A respiração livre é a respiração natural, quando inspiramos e expiramos normalmente, mesmo que de forma mais ofegante durante os treinos, porém ela acontece geralmente quando não há uma maior preocupação ou tensão durante o movimento.
A respiração ativa é aquela em que o atleta inspira quando começa a fazer força, ou seja, na fase concêntrica e expira durante a finalização, na fase excêntrica. Esta é a menos utilizada pois não permite a contração eficiente da musculatura abdominal devido a inspiração, diminuindo a eficiência e a segurança dos movimentos.
A respiração passiva é o inverso da respiração ativa e a mais indicada na pratica de musculação. Nesse caso o atleta expira na fase concêntrica e inspira na finalização. Ou seja, a inspiração ocorre simultaneamente com a fase concêntrica do movimento, aumentando a pressão intra-abdominal e a segurança e eficiência dos exercícios e não acarreta grandes elevações na pressão arterial.
Já a respiração semi-bloqueada e bloqueada, também chamadas de apnéica, é quando não há a respiração durante o movimento, ou parte do movimento, ou seja, o atleta segura a sua respiração pra ganhar mais impulso. Esse tipo de respiração, ou bloqueio de respiração é conhecido como manobra de Vassalva e é utilizado especialmente em treinos de força, porém ambas as técnicas apresentam um alto índice de elevação da pressão arterial, e só devem ser utilizadas por atletas experientes e com bom condicionamento físico.
segunda-feira, 4 de março de 2013
PESO CORPORAL SAUDÁVEL
DIETA
+ ATIVIDADE FÍSICA = PESO CORPORAL SAUDÁVEL
A ingestão de carboidratos,
gorduras (lipídios) e proteínas fornece energia
que pode ser usada para realizar as diferentes funções do corpo ou que pode ser
armazenada para uso posterior. A manutenção do peso corporal exige que a
ingestão de alimentos e o gasto energético estejam em equilíbrio. Portanto, quando nos alimentamos em excesso de forma
que a ingestão energética excede o gasto de energia, a maior parte do excesso
de energia é armazenada sob a forma de gordura, e o peso corporal aumenta.
Inversamente, a perda de massa corporal, a diminuição do peso, se dá quando a
ingestão energética é insuficiente para suprir as necessidades do corpo e,
então, utilizamos a energia proveniente da massa gordurosa.
Sabemos que a atividade e o
exercício físico aumentam a massa muscular e reduzem a gordura corporal, porém,
sem dúvida alguma, é a atividade muscular o meio mais importante pelo qual a
energia é consumida pelo nosso organismo. Portanto, o aumento da atividade
física é uma maneira eficaz de reduzir os estoques de gordurado tecido adiposo
(depósito de gordura do corpo).
Quando ingerimos proteínas, as mesmas são degradadas e
utilizadas para realizarem diversas funções no corpo. Uma vez que o estoque de
proteína corporal estiver suprido, qualquer proteína em excesso é degradada e
utilizada como energia, ou armazenada principalmente como gordura, ou,
secundariamente como carboidrato. A necessidade diária média de proteína é de
30 a 50 gramas.
Os carboidratos são importantes fontes de energia para o nosso
organismo e fazem parte de um armazenamento de curto prazo, ou seja, quando necessário
serão a primeira fonte de energia utilizada. Sempre que uma quantidade de
carboidratos ingerida é maior do que pode ser usada imediatamente como fonte de
energia ou armazenada na forma de carboidrato, o excesso de carboidrato é
imediatamente transformado em gordura e armazenado no tecido adiposo.
As moléculas de gordura são armazenadas no tecido
adiposo como reservas de longo prazo, para compensar períodos longos de jejum.
Portanto, quando realizamos uma dieta alimentar reduzida de carboidratos, os
baixos níveis sanguíneos de carboidrato (primeira fonte energética a ser
utilizada) levam à degradação de gordura do tecido adiposo para a produção de
energia e, com isso, à perda de massa gordurosa.
A elaboração de um cardápio diário pode ser inspirada
na Pirâmide Alimentar: uma
representação gráfica de oito grupos de alimentos. Está baseada no fato de que
cada um dos grupos fornece diferentes nutrientes que devem ser consumidos
diariamente e de que uma alimentação balanceada considera o consumo de porções
de alimentos pertencentes aos diferentes grupos.
Ela deve ser utilizada como instrumento para
orientação nutricional, respeitando-se os hábitos alimentares de uma pessoa ou
de um grupo de pessoas, independente da região onde vivam.
Dessa forma, uma alimentação saudável é aquela que
engloba todos os nutrientes necessários para o organismo: proteínas,
carboidratos e lipídios, desde que em quantidades suficientes para suprir o
gasto energético e manter um peso corporal ideal. Além disso, é essencial a
realização da atividade física como
suporte no gasto energético e na perda de massa gordurosa.
Fernanda Ribeiro Figueiredo
Biomédica – CRBM 20572
FONTES:
Tratado de Fisiologia Médica
(Guyton e Hall) – 11ª edição
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